Eu tenho a impressão de que o “pessoal de lancheria” não valoriza o suficiente a tecnologia. Eu, por exemplo, me “criei” jornalista, e geek, indo no Cavanhas. Nunca fiz matéria sobre o bar, mas quantas ideias de pauta, quanto debate sobre o TCC, quanta configuração discutida, quanta argumentação Linux vs Windows tive com um Boka Loka soterrado em batata frita à frente e um copão de refri geladinho (não bebo muito, então cito o refri como drink de 99% das vezes que estive lá).
Agora, este coraçãozinho na pizza de hoje tá pedindo um Wi-Fi. Coisa pouca, sabe, só pra ler e-mail, tuitar o pedido do dia, quem sabe convidar amigos?
Já tem TV a cabo, um ambiente legal – simples e sem aquelas frescuras de barzinho metido a besta, onde você fica numa boa de chinelinho de dedo apesar do cara engravatado da outra mesa.
Com um roteadorzinho wireless seria a mesma boa e velha lancheria, com um upgrade high-tech. Será pedir demais? Tanto o cara de chinelinho de dedo quanto o engravatado poderiam usar seus iPhones enquanto dizem não (ou sim) à tia que vende incenso de mesa em mesa por lá.
Toda morte é triste, pelo menos para alguém. Como não quero ser responsável pelo choro alheio, reativo este blog. Mas quem lamentaria pelo seu fim? Honestamente, não sei. É tanta ideia circulando na internet que a extinção de algumas, mesmo que boas, não seria de todo ruim.
Mas, em se tratando das minhas ideias, o mais triste, garanto, seria eu. Portanto, reativo este blog, que nunca foi para as massas, e sim para este simplório cozinheiro praticar suas indigestões textuais.
Se alguém fica feliz, por favor, se manifeste. Nos alegraremos juntos.
A dor não é de ouvido, como pode sugerir o título (podcast + dói, tá ligado?); tem que ver com minhas agruras profissionais.
O tema e o desenvolvimento do referido podcast não têm nada de muito novo para jornalistas, são inspirados num episódio em que dei duas cagadinhas indesejáveis na redação – mas, como dizem: é cagando que a gente aprende a se limpar.
Como dicas, o podcast não traz grandes inovações (sei que já disse isso, só quero reforçar), mas ouve aí, vai, a trilha é boa.
Se você for um blogueiro sem formação jornalística, talvez lhe seja de proveito.
Mais uma seleçãozinha pelo Seeqpod, agora de músicas do Lynyrd Skynyrd. A banda é norte-americana, pra quem não sabe, e tinha na formação TRÊS guitarras, ótimas por sinal, com uma levada sulista, cheia de hammers e bends, que fizeram o som a ser rotulado de Southern Rock (para ouvir músicas do grupo clique aqui).
O nome da banda é uma homenagem ao professor de educação física de alguns membros do grupo nos tempos de colégio. O camarada se chamava Leonard Skinner, e suspendia os caras por matar aula, beber e tocar.
No set list da banda estão músicas como Sweet Home Alabama, Free Bird e Tuesdays Gone (gravada pelo Metallica).
Como boa banda de rock, tem morte na história. Em 1977, Ronni Van Zant, um dos fundadores da banda, vocalista e letrista, morreu num acidente de avião em McComb, Mississipi, junto com outros membros da banda.
Mas a vida continuou e a carreira também. Até hoje o Lynyrd faz seus shows, tendo entrado no hall da fama do rock em 13 de março de 2006. Mais informações na Wikipedia. Era isso.
Ainda não falei desse site por aqui. Trata-se do Seeqpod, um buscador especializado em músicas que rastreia qualquer canção que você pesquisar, desde que esteja na internet, claro. É possível, também, dar uma olhada em vídeos, quando disponíveis. Mas o mais legal é que é um site que carrega as músicas rapidamente – e quando isso não acontece, a velocidade não interfere na audição, que ocorre simultaneamente.
Pelo Seeq também é possível criar uma conta particular e salvar as listas de canções que você quer ouvir. Aí abaixo, por exemplo, segue uma das minhas. Tem alguns blues que eu pincei pra ficar ouvindo quando redijo meus textos. Também dá pra mandar por e-mail para seus amigos.
Tá aí uma coisa prática! Esta lanterna aí, além de iluminar as páginas de As Regras do Método Sociológico, serve de marcador. De forma simples, parece um prendedor com uma lâmpada. Na complexidade, trata-se de um conjunto de três diodos de luz branca abastecidos por três pilhas de 1,5 volt, mais conhecidas como pilhas de relógio. Perfeito para leituras noturnas e um estratégico presente dado por minha noiva que, conhecendo meus hábitos de leitura noturnos, preveniu-se garantiu a menor quantidade de luz possível em nossas futuras noites juntos, durante minhas leituras madrugueiras.
Mais um Goldies 69 – já que Jannis e Hendrix foram da mesma data. Esta eu já conheço desde o século passado. É uma apresentação de John Lennon, Eric Clapton, Micth Mitchell e Keith Ricahards no Rolling Stones Rock and Roll Circus, gravado para a BBC.
O quarteto, apelidado de Dirty Mac, interpretou Yer Blues para uma platéia exclusiva e bastante especial. Bueno, não é sempre que se vê uma lenda da guitarra (Clapton), ao lado do baterista de outra lenda (Mitchell tocada na Jimmy Hendrix Experience), junto com doi sícones do pop (Lennon e Richards).